Ciro espera que PGR e Joesley esqueçam a história da mala de R$ 500 mil de propina

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GRANA NO IMPEACHMENT – O senador Ciro Nogueira acompanha os novos capítulos da delação da JBS no STF, pois se o acordo for anulado, o empresário Joesley Batista será chamado a dar mais detalhes sobre o episódio que ficou de fora do acordo de delação, mas apareceu no gravador do empresário: o áudio onde Joesley conversa com o executivo Ricardo Saud e fala que entregou uma mala com R$ 500 mil para o senador piauiense Ciro Nogueira, na campanha de 2016.

O dinheiro seria uma forma do PP de Ciro Nogueira aguardar mais um tempo sobre apoiar ou não o impeachment da presidente Dilma.

Se perguntarem para algum petista o que aconteceu depois, a resposta é que o PP de Ciro acabou traindo a ex-presidente.

Agora, a Procuradoria Geral da República (PGR), sob a gestão de Raquel Dodge, usa esse fato e outros dois (a participação do procurador Marcelo Milller e a existência de uma conta no Paraguai no nome de Ricardo Soud) para anular o acordo de delação.

Se a PGR tocar o caso, Ciro Nogueira vai ganhar mais esse problema para explicar, já que nesse período as doações de empresas estavam proibidas e pra piorar, nada do dinheiro supostamente recebido teria sido contabilizado.

Sobre os fatos, o senador sempre preferiu ficar calado. No Piauí, só fala de eleição e da vaga de vice de Wellington Dias.

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