vilmaamorim

NÃO TRANSMITIU O CARGO – Além de ter que se explicar para o Ministério Público Estadual, para a Câmara de Vereadores de Esperantina, agora o caso da viagem prefeita Vilma Amorim, do PT, também chegou ao Tribunal de Contas do Estado.

As autoridades apuram se a petista teria se ausentado do país mais de 15 , sem transmitir o cargo para o vice.

O alvo do MP não é a viagem em si, já que a petista poderia ir pra Cuba, China, Coreia do Norte, Venezuela, não importa. Mas, o questionamento que se faz e que a gestora terá que explicar é se ela foi pra Europa (Itália), sem ter transmitido o cargo para o vice-prefeito, Jânio Filho (PSB), como prevê a Constituição Federal.

Matéria do Portal 180graus  revelou que a prefeita deve ter ficado mais de 15 dias no exterior, sem ter feito a transmissão do cargo, o que pode lhe custar até o mandato.

LEIA MATÉRIA DO 180GRAUS E ENTENDA:

Ministério Público e Câmara investigam viagem de prefeita do PT para a Itália 

A matéria do 180graus (jornalista Rômulo Rocha) foi citada na Portaria de abertura do procedimento preparatório assinada pelo promotor Raimundo Nonato Ribeiro Martins Júnior.

O portal Viagora.com publicou matéria nesta terça-feira(06) informando que o vice-prefeito Jânio Filho está tentando de todas as formas provar que não assumiu o poder em Esperantina no período da viagem da petista para a Europa.

Uma nota do vice publicada no Diário dos Municípios pode complicar a prefeita, pois ele revela que no dia 1º de março acabou assinando um documento sem saber que era uma manobra para comprovar a passagem do cargo, mesmo após a prefeita retornar da Itália.  Se for verdade, o pior é  que o vice assinou o tal documento.

CONFIRA DO  MATÉRIA PORTAL VIAGORA:

Vice disse que não assumiu prefeitura de Esperantina e denuncia Vilma Amorim

O que o vice está tentando fazer é se livrar de problemas, caso sejam encontrados assinaturas e pagamentos em seu nome no período.

Se ele não assinou, e a prefeita estava na Itália, então quem…????

O Blog Código do Poder descobriu que o vice-prefeito de Esperantina também já procurou o Tribunal de Contas para que não seja registrado como responsável por nada assinado ou pago no período em que a petista estava na Itália.

O caso é grave, pois se a transmissão do mandato tiver ocorrido no dia 1º de março, como  afirma o vice-prefeito (mesmo com data retroativa), o Ministério Público pode pedir perícia para se analisar assinaturas, a data real da impressão ou confecção da ata revelada por Jânio Filho.

Prefeita e o vice (Foto do Jornalesp.com)