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EXPLOSÃO DOS GASTOS – Levantamento feito pelo Portal G1, da Rede Globo, aponta que quase a totalidade dos estados brasileiros gastou em 2017 mais da metade de sua arrecadação líquida com servidores públicos na ativa, aposentados e pensionistas.

No caso do Piauí, 58% do que o estado arrecadou ano passado foi usado para  para pagar as despesas com funcionários, aposentados e pensionistas. O teto equivalente na Lei de Responsabilidade Fiscal é de 60%.

Os números são da Secretaria do Tesouro Nacional.

A receita corrente líquida, considerada para efeitos do cálculo, abate os repasses constitucionais feitos aos municípios e a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema previdenciário.

Ao portal G1, o economista Raul Veloso o que preocupa mais são os gastos com aposentados.  “O problema são os aposentados. Porque os ativos fazem parte do serviço e precisa ter eles lá. Precisa ter professor ativo”, declarou.

DESPESAS DE CUSTEIO

Além da folha de pagamento, também preocupa os gastos com despesas de custeio do Piauí, que estão em 26% da RCL. Ou seja, dos R$ 100 que o Piauí arrecada, R$ 84 estão comprometidos com esses dois grupos de despesas.

As despesas de custeio são gastos fixos com remédios, gasolina, material de expediente, uniformes, fardamento, assinaturas de jornais e periódicos; tarifas de energia elétrica, gás, água e esgoto; serviços de comunicação (telefone, telex, correios); fretes e carretos; locação de imóveis, entre outros.

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