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FALTA DE MOBILIDADE NA GESTÃO DE FIRMINO – O Tribunal de Contas do Estado do Piauí deve decidir na próxima quinta-feira (10) se abre, ou não, uma auditoria no contrato da Strans (Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito) com o Consórcio Poty e em todo o processo de licitação e contrato do sistema de transporte público de Teresina.

DECISÃO DO TCE-PI (.PDF)

O caso iniciou após denúncia do Vereador Dudu (PT), apontando que uma empresa do Maranhão teria confiscado 15 ônibus que estavam sendo usados na Zona Norte de Teresina, área vencida pelo Consórcio Poty.  O caso acabou provocando transtornos para os usuários da região.

Segundo o vereador, o Consórcio Poty alega que levou um calote de R$ 25 milhões da gestão de Firmino Filho e acabou alugando ônibus de outra empresa, o que não estava previsto no contrato.

““O consórcio Poty tem 90 ônibus e foi notificado que teria uma intervenção da prefeitura porque eles não estavam atendendo algumas questões da licitação. O que os empresários estão alegando é que a prefeitura deve R$ 25 milhões, portanto eles estão quebrados. Então o que foi que o Consórcio Poty fez? Trouxe um empresário do Maranhão [para fornecer os veículos], que iria pagar um ágio para explorar o serviço, o que foi autorizado pelo Setut para esses 15 ônibus, sendo que 5 eram para pagar o ágio. O que aconteceu é que deram um calote, não pagaram fevereiro, não pagaram março e parece que pagaram R$ 10 mil do mês de março para abril. O empresário revoltado com o calote que recebeu, recolheu os ônibus”, afirmou o vereador em MATÉRIA DO PORTAL GP1.