ROSAWEBERCIRO

ELE NÃO CONSEGUE SE LIVRAR – A ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, será a relatora do inquérito que apura suspeitas dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva, e os empresários Joesley Batista e Ricardo Saud.

A ministra designou o juiz federal Fernando Barbagalo para conduzir os atos necessários à instrução do inquérito.

CONFIRA O DESPACHO NA ÍNTEGRA:

MATÉRIA DO PORTAL G1 SOBRE A MALA DE R$ 500 MIL – Esse inquérito foi alvo de diversas matérias em setembro deste ano, após o ministro Fachin autorizar investigação nos famosos áudios que o empresário Joesley Batista acabou entregando, sem querer para a Procuradoria da Repúblico, como parte das provas da delação premiada no caso JBS.

Segundo matéria do Portal G1, da Rede Globo, “o empresário Joesley Batista disse que após a saída do PMDB do governo Dilma, em março de 2016, Ciro atendeu pedido para adiar decisão do PP sobre saída do governo. O valor acertado teria sido de R$ 8 milhões. Joesley afirmou que Saud repassou a Ciro Nogueira uma mala com R$ 500 mil.

“Nesse cenário, de recebimento em espécie de valores indevidos por parlamentar federal, além de recebimento de vantagem indevida como doação eleitoral, não se pode deixar de destacar, também, a possibilidade de cometimento de crime de lavagem de dinheiro diante da crível chance de ter ocorrido ocultação dos valores”, disse a procuradora Raquel Dodge ao pedir abertura de inquérito.

O senador Ciro Nogueira, agora reeleito, disso ao G1 que as acusações contra ele são infundadas e absurdas, motivo pelos quais não se sustentam. Ele confia plenamente que, mais uma vez, a Justiça vai esclarecer os fatos e trazer à tona a verdade.

O ministro Fachin entendeu que a investigação já não faria mais parte da Operação Lava Jato, por isso o inquérito acabou sendo distribuído para a ministra Rosa Weber.

LEIA MAIS AQUI e entenda toda a polêmica do caso na matéria do Portal G1, da Rede Globo.