LOURIVAL NERY VOLTA A SER CITADO – A construtora Odebrecht usava policiais militares para a entrega de propinas a políticos e agentes públicos em diferentes estados do país, aponta uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. Os policiais trabalhavam para a Transnacional, também investigada por supostas entregas ao ex-presidente Michel Temer.

Agora, os militares estão sendo alvos de investigações administrativas e podem sofrer punições dentro da própria Polícia Militar de São Paulo.

A matéria informa que o sistema distribuiu cerca de R$ 37,9 milhões em São Paulo e R$ 81,8 no Rio de Janeiro entre os anos de 2011 e 2014.

Dentre os políticos citados na matéria, está o senador Ciro Nogueira e o empresário piauiense Lourival Nery.

Três policiais se aposentaram entre 2016 e 2017 e outros três permanecem na ativa, com salários que variam de R$ 5,4 mil a R$ 7,5 mil. É o caso do cabo Abel de Queiroz, que fez entregas de dinheiro no escritório de José Yunes, amigo do ex-presidente Michel Temer, e Ednaldo Rocha Silva, que esteve ao menos uma vez no prédio de um assessor do senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ambos estão lotados no 14.º Batalhão. Silva não quis falar com a reportagem e Queiroz não foi localizado na semana passada”, diz a matéria do Estadão. 

No trecho do depoimento (print acima), é possível ler que o militar informou à Polícia Federal que as supostas entregas ao senador piauiense teriam acontecido num prédio onde Lourival Nery estaria morando em  São Paulo, o Edifício La Defense.

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