GENTE NA CADEIA, MAS A SEDUC NÃO PARA – Mesmo com a Polícia Federal batendo na porta, investigando, prendendo e interrogando empresários e funcionários ligados à gestão da deputada Rejane Dias na SEDUC, a administração petista de Wellington Dias não parou de fazer pagamentos para empresas da Operação Topique.

Desde agosto de 2018 (mês da Operação Topique) R$ 15 milhões já entraram nas contas das principais empresas investigadas e acusadas de fazerem parte de um esquema de desvio de R$ 120 milhões do transporte escolar.

PAGAMENTOS SAÍRAM NÃO SÓ DA SEDUC- Os R$ 15 milhões teriam saído da Seduc-PI em contratos assinados por Rejane Dias e das contas de outras secretarias do governo Wellington Dias.

EMPRESÁRIO PRESO CALA A BOCA MAS JA FATUROU R$ 6,7 MILHÕES – O dono da Locar Transportes, empresário Luís Carlos Magno , que já foi membro do PT no Piauí, é o único preso atualmente. Mesmo na cadeia, e sem entregar detalhes do esquema, sua empresa recebeu R$ 6,7 milhões.

MPF FEZ PRIMEIRA DENÚNCIA – O Ministério Público Federal (MPF) no Piauí apresentou a primeira denúncia nas investigações da denominada Operação Topique. Na ação penal, foram denunciadas 22 pessoas.

Segundo o coordenador da Força Tarefa Topique, Marco Aurélio Adão, a ação penal ajuizada na terça-feira(22) não encerra os desdobramentos da operação. As investigações continuam.

PRINCIPAL EMPRESA FATUROU R$ 134 MILHÕES – Ao todo, a LOCAR TRANSPORTES, do senhor Luiz Carlos Magno, faturou R$ 134 milhões em nos quatro anos de PT de Wellington Diase e Rejane Dias. Esta é só uma, a principal empresa investigada na operação.

Para o governador Wellington Dias, sua gestão nem a de sua esposa foram objeto de investigação, mas apenas as empresas.

Quando a PF bateu na porta da SEDUC, Rejane Dias já tinha se afastado para a campanha eleitoral e acabou sendo reeleita deputada federal. Ela não retornou para o cargo, mantendo atualmente o foro privilegiado.