STJ revoga prisão de Arimatéia Azevedo e considera “medida muito drástica”

A ministra relatora Laurita Vaz, da 6ª Turma do STJ, não detectou fundamentação da prisão preventiva do jornalista Arimatéia Azevedo, dono do Portal AZ, que estava preso em regime domiciliar e impedido de exercer sua profissão há 160 dias.

Juntamente com os votos dos ministros Rogério Schiesti e Antônio Saldanha, o STJ concedeu ordem para revogar a prisão preventiva de Arimatéia Azevedo.

Segundo matéria do próprio Portal AZ, o ministro Antônio Saldanha se demonstrou surpreso com uma prisão preventiva em um caso isolado, nunca cometido anteriormente: “foi o que me impressionou”,
acrescentou sobre o comentário de Schiestl sobre “medida muito drástica”.

A prisão tinha sido determinada pelo Tribunal de Justiça do Piauí.

O jornalista foi denunciado pela suposta prática do crime de extorsão qualificada tendo como vítima o médico Alexandre Andrade Souza. O jornalista divulgou em seu portal
uma matéria intitulada ‘Família denuncia cirurgião piauiense por deixar pano dentro do seio de
paciente’. Segundo a denúncia, ao ser “procurado pelo médico para retirar a matéria do Portal, o Paciente teria exigido a quantia de 20 mil reais para realizar o ato”.

LEIA TUDO SOBRE O CASO NO PORTAL AZ

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